carrapato em animais de estimação acontecem o ano todo – no frio, no calor, na meia-estação. A boa notícia é que o mercado está atento ao problema e não se cansa de lançar novas fórmulas para combater e livrar o pet dessa praga.

 

Para saber como se livrar dessa praga, um bom bate-papo com o veterinário vai esclarecer o assunto. Eu, por exemplo, usei no Leo uma dessas novidades e, até agora, tudo vai às mil maravilhas (veja depoimento no final do post). Mas, antes, o biólogo e especialista em entomologia urbana Sérgio Bocalini, da Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas (Aprag), fala sobre características de vida desse parasita.

Nesta quarta-feira, o Café com Jornal recebe o vice-presidente da Associação dos Controladores de Pragas Urbanas, Sérgio Bocalini, que vai falar sobre os hábitos do pernilongo e do mosquito da dengue. O especialista explica a diferença entre o pernilongo e o aedes aegypti e explica também mitos e verdades sobre os insetos.

 

 

Causadora de repulsa, gritos e nojo, a barata pode ir além disso. O inseto também pode causar alergias nas pessoas. Isso se deve porque quando a barata morre, ela passa a ser parte constituinte da poeira.

O médico alergista e especialista da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia) Martti Anton Antila explica que como o Brasil é um país tropical, a quantidade de baratas é grande na poeira. “Os sintomas de quem tem o contato com essa poeira, que tem a presença da barata, são muito próximos aos de alergia a ácaros, como coriza, espirro, coceira nos olhos e asma”.

Dependendo do ambiente em que morrem, o corpo das baratas vai se decompondo, secando e se misturando com a poeira do local. É um processo natural de decomposição, afirma o biólogo e vice-presidente da Aprag (Associação dos Controladores de Pragas Urbanas), Sérgio Bocalini. “A barata possui alguns compostos no organismo que podem provocar processos alérgicos. E isso pode se dar com ela ainda viva, com a liberação de feromônios por onde ela passa. E quando existe a fragmentação pós-morte, se misturando com a poeira do ambiente, e alguém respira, essa pessoa pode ter uma reação alérgica em função da presença desses compostos”, diz o biólogo.

A presença da barata na poeira não potencializa a alergia, ela apenas acrescenta um possível componente que pode desencadear a doença. “Quem tem alergia ao ácaro, pode não ter a barata e vice e versa”.

Prevenção e tratamento

- Para prevenir a presença do inseto na poeira do ambiente, é importante manter o ambiente limpo e controlar a umidade do local, pois esta é proporcional a quantidade de ácaros do local. “Quanto mais úmido o local, a quantidade de ácaros será maior. E a de baratas também, já que não gostam de ambientes secos”

- É recomendado dedetizar o local.

- O tratamento varia de acordo com os sintomas de cada pessoa, que pode ser respiratório ou uma conjuntivite, por exemplo. A vacina para alergia ou imunoterapia, pode diminuir a sensibilidade de pessoas que se tornaram alérgicas a determinadas substâncias. Neste caso, o paciente recebe doses dos alérgeno ao qual é sensível por um determinado período.

 

Fonte: http://blogdalergia.blogspot.com.br/2015/05/alergia-barata.html

A presença das formigas nos ambientes da casa gera um certo incômodo. Aparentemente, elas são inofensivas, mas podem trazer em suas patas sujeiras e bactérias – por percorrerem caminhos como esgotos e lixos – que contaminam alimentos e utensílios.

A época mais propícia para ‘invadir’ as residências é no verão, mas elas podem aparecer em qualquer época do ano, principalmente se no local encontram-se restos de comida, sujeira ou alimentos doces, como o açúcar.

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Os percevejos, muito comuns na década de 1970, estão de volta. Se alimentando de sangue e provocando reações mais incômodas que as pulgas, eles estão pegando carona em malas e colchões que vêm de fora do Brasil. Veja todos os vídeos do Jornal da Band.